Solution 16, um all-in-one brasileiro

Padrão

O primeiro PC “all-in-one” do Brasil? O Solution 16, da Prológica, tinha monitor embutido e saída para monitor colorido CGA, teclado com acentuação e cedilha que podia ser encaixado no gabinete, alça para transporte, mais ou menos 10kg de peso, opção para HD e para se transformar num 286, e um sistema operacional exclusivo e “nacionalizado” que enfureceu a Microsoft americana. Apesar disso tudo, é hoje um ilustre esquecido da informática brasileira.

Se alguém fala em computador Prológica, a maioria dos adeptos da retroinformática lembra dos clones brasileiros do computador americano Tandy/Radio Shack TRS-80 — especialmente o CP 500, o clone brasileiro do TRS-80 que tinha um monitor de fósforo verde no gabinete que virou um grande sucesso; quase “a cara” do que se chamava de “micro para uso profissional”.

O Solution 16, do fim dos anos 80, era uma repetição da fórmula, mas também pode ter sido um dos mais ousados designs dos projetistas brasileiros. Era um clone nacional simplificado do IBM PC-XT e, como tal, foi certamente inspirado em alguns “portáteis” brevemente anteriores, como os americanos Osborne 1 e principalmente Compaq Portable. Sua principal característica, tal como no CP 500, era o gabinete único para placa-mãe, fonte, drives e monitor monocromático verde de 12 polegadas (ainda vou conferir se a medida é essa mesma, prometo). O teclado, bastante parecido com o “Modelo F” dos primeiros IBM PC, tinha duas travas acionadas por baixo e servia como “tampa” para a frente do gabinete — assim, era possível carregar o conjunto inteiro com relativa facilidade. “Relativa” porque o bicho é pesado, mas para a época isso era um grande avanço!

Uma outra ousadia do Solution 16 era o seu sistema operacional, batizado de SO16, com mensagens em português, uma animaçãozinha simples durante a inicialização, alguns utilitários em modo texto de tela cheia (com molduras, etc) para ler discos do sistema CP/M, para particionar e formatar o HD (ou melhor, “Winchester”, como se dizia), além de comandos que habilitavam a acentuação.

O SO16 parecia um avançado produto da tecnologia brasileira em tempos de reserva de informática — mas, convenhamos, era descaradamente evidente que era pouco mais que uma cópia do MS-DOS 2.11, que foi a primeira a suportar discos rígidos, diretórios e tabelas de caracteres para idiomas internacionais (as famosas codepages). Entre as pouquíssimas informações sobre o SO16 que se pode encontrar na internet, diz-se que o sistema motivou uma ação judicial e política da Microsoft, que teria acusado a Prológica de pirataria e, posteriormente, teria obrigado a empresa brasileira a repassar um percentual sobre cada venda do SO16 — o que teria contribuído para colocar a Prológica em sérias dificuldades financeiras que a levaram à falência algum tempo depois.

É surpreendente que hoje o Solution 16 e o seu polêmico sistema operacional sejam tão pouco lembrados, e que não haja na rede sequer uma imagem do disco de inicialização do SO16 e/ou os arquivos que faziam parte dele. Com muito custo consegui passar alguns desses arquivos para um disquete de 3½ polegadas — usando meu velho Expert DD Plus e um suspeitíssimo drive DDX de 5¼ — e daí para um PC moderno. Houve vários erros de leitura durante a operação e alguns desses arquivos podem estar comprometidos, mas em breve eles estarão aqui. Se alguém tiver como testá-los num PC-XT ou num emulador, por favor me avise!

O meu Solution 16

Há alguns anos meu pai me deu um Solution 16 que havia sido da empresa em que ele trabalhava, com todos os manuais, alguns discos, muita sujeira, um modem Rhede imenso e uma impressora matricial Rima (ainda vou escrever sobre eles também!). Lembro que tentei fazê-lo funcionar, mas o computador apenas apresentava uma linha de texto apontando um erro de disco, e não adiantava colocar qualquer dos disquetes no drive.

Em dezembro de 2010, durante uma arrumação de casa, “encontrei” o Solution 16 de novo e resolvi dar uma olhada mais atenta a esse velhote. Foi com base nessa experiência que cheguei à conclusão de que o Solution 16 valia um artigo no site — talvez até uma página na Wikipedia, que até esse momento ele não tem. Foi assim, também, que descobri algumas dificuldades que a gente nunca imagina sobre o IBM PC-XT, que, bem ou mal, é o principal ancestral de todos os desktops e notebooks que usamos hoje em dia.

Cá está o Solution 16 em toda a sua glória — bem, poderia estar mais limpo. A Prológica poderia ter caprichado um pouquinho mais com um cabo espiral e um conector para o teclado (imagine a encrenca se o teclado dá problema). O slot onde haveria mais um drive de 5¼ recebia uma tampa com leds nos modelos que, como este, vinham com HD. Observe o pequeno led à direita: ele tem uma etiqueta em que se lê “8 MHz”, o que seria quase o dobro da velocidade padrão do PC-XT. Seria isto um overclock primitivo?
Assim fica o Solution 16 pronto para ser transportado: o teclado-tampa se encaixa na moldura em torno do monitor e dos drives, com o auxílio de duas linguetas retráteis e sem molas, que podem ser vistas na foto. A alça de transporte fica atrás do monitor, ali no “degrau” do gabinete. A estrutura metálica deste computador é extremamente sólida — e certamente responsável pelo peso que o deixa não exatamente fácil de transportar…
O teclado do Solution 16 é baseado no “Modelo F” que equipava os primeiros IBM PC e alguns modelos iniciais do PC-XT. Mas conseguiu levar ao extremo a condensação de teclas que tanto foi criticada nos PCs da IBM. É tudo juntinho. O teclado tem cedilha, a tecla PrintScreen (no alto, à esquerda) recebeu um ícone que representa um formulário contínuo, e as teclas Return e Enter eram coloridas: como elas têm o mesmo tamanho das outras, isso servia para diferenciá-las em meio à confusão.
O teclado tem uma aba móvel que tem duas funções. Quando ele é usado como “tampa” do gabinete, essa aba complementa o fechamento, na parte do gabinete que fica logo abaixo do monitor e dos drives. Quando o teclado está em uso, essa aba lhe dá inclinação. O problema é que esta aba é presa ao teclado por quatro pequenas e frágeis “alças” que são perpassadas por dois eixos móveis que se calçam no interior do teclado. Por isso, imagino que todo Solution 16 tenha tido algumas ou todas dessas alças quebradas, só pelo simples uso da aba para a inclinação do teclado. No lado em que as alças estavam quebradas, tentei colar duas arruelas com Araldite 24 Horas, mas uma delas se soltou. Não consigo imaginar alguma forma de resolver o problema — se você tiver uma dica, por favor avise!
Para facilitar a “portabilidade” da máquina, existe no alto da parte traseira um compartimento em que se pode guardar o cabo de energia, além de alguns fusíveis de reserva — ao que me conste, o fusível do Solution 16 costumava queimar com freqüência…
Por uma tampinha na lateral esquerda do micro, é possível acessar os conectores das placas periféricas ocasionalmente instaladas — esta aqui é a de porta serial. O Solution 16 não oferecia muitas possibilidades de expansão, como se pode ver.
A fonte de alimentação do Solution 16 é bem fora dos padrões atuais, e é ela a responsável pela maior parte da “decoração” da parte traseira do micro. O botão de liga-desliga é um push button, como um botão de campainha. O fusível podia ser trocado sem que fosse preciso abrir o computador (ainda bem!). O último dos botões controla o brilho do monitor de fósforo verde. Embaixo, há um conector para monitor externo, que pode ser colorido, e uma porta paralela, usada principalmente para impressoras. Esse conector de monitor é de apenas 9 pinos (DB-9, não é?). Comprei recentemente um cabo que permite ligar um monitor com plugue VGA (DB-25, não é?) a esta porta, mas ainda não testei isso.
A primeira complicação do Solution 16 é abrir o exótico e estiloso gabinete. Ele é fechado por quatro parafusos de cabeça hexagonal que ficam em cavidades muito profundas e estreitas, que exigem o uso de uma chave “cachimbo” — ou, para quem usa chaves de ponteira, pelo menos dois extensores. Além disso, os cantos do gabinete têm encaixes complicados (com o painel frontal, por exemplo) que às vezes exigem um pouquinho a mais de força. Já a placa-mãe fica na parte inferior do gabinete, e é facilmente acessada desparafusando-se o painel metálico inferior do gabinete, sem necessidade de tirar os tais quatro parafusos complicados. Ela é separada do monitor e dos drives por uma parede interna de plástico.
Aí está a placa-mãe do Solution 16. Como vários dos primeiros clones do IBM PC, ela ainda era construída de forma similar à dos micros de 8 bits, e substituía os slots de expansão do PC original por vários componentes e circuitos onboard. Há apenas três slots, horizontais (no canto superior esquerdo). A placa serial aparece conectada, por trás, e tirei do slot da frente a problemática controladora do disco rígido. O processador 8088 desse micro foi construído pela AMD, que até então era mais uma parceira do que uma rival da Intel, e está ao lado do slot livre para um co-processador aritmético 8087.

Nada de pentes de memória: ela era composta pelos chips que estão no canto inferior direito. Originalmente o Solution 16 tinha 256kB de RAM, mas poderia chegar a 1024kB com a troca dos chips e com a reconfiguração de alguns jumpers que ficam nas proximidades. Não há qualquer identificação deles na placa nem na documentação, o que evidencia que o pessoal da Prológica queria que apenas seus técnicos autorizados fizessem esse upgrade. De qualquer forma, como se poderá ver mais adiante, tenho a impressão de que essa expansão já foi feita nesse micro.

Aqui está a controladora do disco rígido. Descobri que era ela que estava impedindo a inicialização do meu Solution 16. Por alguma imbecilidade qualquer dos engenheiros da Prológica, quando a controladora está instalada o BIOS tenta apenas inicializar o sistema por ela, e nem olha para o drive de disquetes. Como ela (ou o HD) está bichada, o micro ficava parado por aí.

O winchester do Solution 16, assim como os primeiros PCs, não era ainda IDE, nem SCSI, muito menos SATA. Era um modelo de interface MFM, usando a mesma tecnologia dos drives de disquetes, que não tinha circuito controlador interno. É por isso que esta placa controladora é necessária. No alto da foto, vê-se os conectores: os dois menores controlam as cabeças de leitura e gravação (uma para cada drive instalado). O maior cuida dos dados propriamente ditos e pode receber um cabo flat de três terminais caso haja um segundo HD instalado.

Esse tipo antigo de HD é uma das maiores complicações para quehoje em dia se possa usar e atualizar um IBM PC, PC-XT ou compatível. Para aproveitar o que havia disponível no mercado à época, os slots de expansão até o posterior IBM PC-AT eram de padrão ISA 8 bits. Por isso é quase impossível instalar num XT ou nesse Solution 16 um HD tipo IDE moderno e grandão, porque quase todas as placas controladoras de IDE no padrão ISA eram de 16 bits. Ainda não encontrei uma solução para isso…

Por falar no bendito HD, foi o cartão de certificado de garantia do Solution 16 que me permitiu saber o tamanho do winchester: estonteantes 20MB! Imagino ser uma raridade, porque pelas informações existentes a respeito do Solution 16 a maioria das versões com HD eram de 10MB.
Esta é a primeira tela que se vê quando o Solution 16 é ligado sem a placa controladora de HD — quando ela estava instalada no meu micro, só aparecia a primeira linha e não acontecia nada. Pode-se presumir que “SBES” é a sigla para “Sistema Básico de Entrada e Saída”, que é nada mais que a tradução literal da mais popular sigla BIOS. Por burrice ou sacanagem dos engenheiros da Prológica, não há tecla ou combinação de teclas que permita ao usuário acessar e configurar esse BIOS , o que era possível nos IBM PCs e PC-XTs originais e seus clones. Por isso não é possível, por exemplo, alternar a ordem de acesso aos drives durante a inicialização. O Solution 16 também não tem relógio interno, e é preciso informar ao sistema operacional a data e a hora atuais a cada boot.
Um dos disquetes que vieram com este Solution 16 é um backup do SO16, e cá está o fim da animação que aparece quando o sistema é inicializado. Depois que reencontrei o Solution 16 no meio da minha bagunça, consegui fazer o sistema inicializar pelo disquete após remover a placa controladora de HDs, mas quando montei tudo de volta devo ter esbarrado em alguma parte móvel do drive e ele passou a indicar erros de leitura com qualquer disquete. Uma semana depois, quando desmontei e liguei de novo o computador para fazer essas fotos, o drive voltou a funcionar após algumas tentativas, e eu já estava crente que o talvez único disquete de boot existente do SO16 estava perdido para sempre…
Com o drive de disquetes funcionando, pude testar alguns dos vários discos de 5¼ que tenho por aqui. A maioria dá erros e poucos têm algo interessante. O legal desta imagem aqui é observar como que a Prológica traduziu as mensagens de erro do MS-DOS original para o SO16. O famoso “Abort, Retry, Ignore?“, por exemplo, virou FTI.
Os utilitários do SO16 também foram totalmente traduzidos para o português. Um deles, que persiste até os dias de hoje, é o chkdsk, para detectar e corrigir erros nos discos. Aqui está ele em ação, e a saída dele — mais precisamente, as duas últimas linhas — me chamaram mais a atenção do que a tradução. O chkdsk me revelou que a memória deste Solution 16 já é bastante expandida. Com um HD funcionando, certamente seria possível brincar bastante com esse bichinho…
Ah, esta tela conta muita história. É a tela de inicialização de um dos programas que vieram com o Solution 16, o “Contas a Receber”. Em primeiro lugar, ela é um exemplo típico de interface “gráfica em modo texto” que os programadores dos anos 80 usavam para tornar os programas um pouco menos desinteressantes. Em segundo lugar, ela mostra também o pouco cuidado que havia com tratamento de erros, como se vê pela mensagem “penetra” embaixo da tela.

Terceira e importante história: a logomarca desenhada é exatamente do Citibank, e o programa foi especialmente customizado para a Cocitra Comércio de Cimento e Transportes. Essa é a origem deste micro: o Citibank dava o Solution 16 para clientes corporativos como a Cocitra, juntamente com aplicativos comerciais e um modem para comunicação com alguns sistemas do banco.

Em um dos disquetes que encontrei bolando pela minha casa, encontrei este programinha, o DocSmash. Pesquisando um pouco, descobri que ele era escrito em Pascal e que foi um grande sucesso em sua época: permitia que, em uma só folha de papel, uma impressora matricial imprimisse até quatro páginas que ocupariam uma folha inteira. O programa conseguia isso gerenciando diretamente a impressora para que ela desenhasse uma fonte minúscula. Hoje isso parece fichinha, mas na época em que as impressoras lidavam quase apenas com “texto puro” isso era uma grande coisa! Quando o programa era terminado, surgia uma mensagem na tela em que o autor, David Rettger, pedia uma doação de US$ 10. Até procurei no Google que fim levou esse cidadão. Encontrei vários David Rettgers, mas imagino que este seja o que hoje é diretor de uma empresa de softwares no estado americano de Illinois.
Tentei usar vários disquetes para dar boot no Solution 16. Quando um disquete não tem o sistema operacional instalado, normalmente surge uma mensagem como “Non-system disk or disk error“. Mas um dos disquetes me agraciou com esta enorme mensagem em alemão, que no fundo diz quase a mesma coisa. Aparentemente, o disquete do programa VGA Copy podia fazer uma cópia backup de si mesmo incluindo uma alteração personalizada no setor de boot. Infelizmente, este disquete deu erro de leitura quando tentei abrir o programa.
Com outro disquete foi possível inicializar o Solution 16 com o MS-DOS 6.00. Mas esse disco tem só os arquivos de sistema e o interpretador de comandos COMMAND.COM, o que causa uma série de erros na interpretação dos arquivos CONFIG.SYS e AUTOEXEC.BAT que estão nele. Observe que eles tentam carregar o famoso QEMM, um gerenciador de memória da Quarterdeck — bons tempos, bons tempos!!
Esta é a documentação que acompanha meu Solution 16, completinha e bem conservada. à esquerda, os dois livretos que explicam os comandos do SO16, inclusive com truques para ler disquetes gerados pelos sistemas CP/M e SO08 usados no CP 500. O “Manual de Operação” explica como ligar o Solution 16 pela primeira vez. à direita, se vê um cartão de referência que vinha com o micro — tipo de publicação muito comum na época –, um guia de assistências técnicas autorizadas e o certificado de garantia. Tudo isso e mais alguns disquetes vinham dentro de uma bela caixinha, que se vê ao fundo, do tipo binder. Curiosamente, a ilustração da caixa é de um Solution 16 “envenenado”: a Prológica oferecia uma placa de expansão com processador 80286. e SO
Para os curiosos que ampliaram a foto da tampa inferior tentando ler o que estava na plaquetinha de fábrica, aqui está ela, revelando o número de série gravado a mão.
Este é o slogan do Solution 16, estampado no canto superior esquerdo do gabinete do micro. Estiloso.

A falta de um HD funcional já dificulta bastante o uso desse Solution 16 para qualquer coisa, e quando o drive de disquetes também resolveu entrar em greve eu fiquei realmente em dúvida sobre o que fazer com ele. Uma opção, atraente mas muito problemática, seria aproveitar o transado gabinete em um upgrade total: adaptar uma placa-mãe moderna (talvez ITX), adaptar o tubo de imagem e os circuitos de um monitor SVGA colorido, abrir janelas no gabinete para posicionar portas USB, essas coisas. Seria caro e complicado, e a maior dificuldade seria adaptar o teclado, que é completamente diferente, em termos eletrônicos, de um teclado AT como os que se tornaram padrão desde alguns anos depois até os dias de hoje.

Mas a minha primeira opção, ainda mais porque bem ou mal ele está funcionando, é mantê-lo em sua originalidade. Eu gostaria apenas de encontrar um placa controladora de drive IDE compatível; encontrar um drive de 5¼ para o meu PC “moderno” — até encontrei um numa oficina, mas ele não está funcionando direito — e se possível encontrar para o Solution 16 um dispositivo de armazenamento mais moderno (como USB ou SD) para facilitar a instalação e o uso de programas baixados da internet. Assim será possível rodar alguns joguinhos e programas clássicos, e talvez até mesmo usá-lo para ler e-mails. Uma forma de homenagear e estender a vida desse exótico representante da última fase da reserva de informática brasileira.

4 comentários sobre “Solution 16, um all-in-one brasileiro

    • Fabricio Rocha

      Olá, Carlos. Não, ainda não consegui. Até arranjei um PC com drive de 5 1/4 (um laptop Zenith 181) mas os drives internos dele de 3 1/2 não estão funcionando bem e com isso não consigo transferir os arquivos como deveria. Não fiz muitas tentativas, de qualquer forma.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *